segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Claro que o problema sou eu! Consegues ver isso? Tantas vezes errado o rumo do meu barco, tantas vezes falso o passo. Até quando o entusiasmo vai fazer com que eu seja plena e pouco tempo após me mostrar que plenitude não existe? Não estou arrependida, não reclamo de absolutamente nada, a não ser da minha falta de sorte e dos teus olhos. Vi reluzir neles uma coisa diferente, um caminho ainda não trilhado, uma vontade nova. Vi a minha sorte ir embora, junto com o teu carinho. Muitas vezes a vida tenta nos ensinar de uma forma mais dolorosa, e mesmo sabendo disso desde o inicio da vida, não tive sequer um minuto de medo de sentir dor. Vou aprender com a vida, quando esta me for clara o bastante, ou quando eu, por esquecimento do mundo conseguir lembrar de mim. Quero aprender sim. Por mais jovens que sejamos, por maior que possa ser o nosso caminho ainda, não há tempo a perder, não há oportunidades que, ao meu ver, sejam dignas de deixarmos passar. Tentei, mais uma vez, ser sincera com o coração, e este, aumentou tudo, exagerou. Desde o inicio do jogo, todos sabem as regras, com o time em campo, todos sabem quais os possíveis problemas, desfalques, complicações. Desde o inicio do jogo estive ciente de tudo, fiz o jogo, entrei em campo. Levei cartão, continuei em campo até que fui friamente lesionada. Faz parte do jogo, mas não faz parte de mim. Cansei de jogos. Vou ser meu porto seguro de novo, sem falar muito, mas sentindo confiante, mas sincera com meus desejos. Que os jogos voltem daqui a 4 anos, no mínimo, se tiverem que voltar... Toda mulher sabe, toda mulher sente... Porém toda mulher sabe que poderia ser diferente! Olhares de ovelha pro mundo...olhos parados!