Todos os sentimentos, vontades e verdades num lugar só, onde tudo até parece ser compreenssível.
quinta-feira, 1 de março de 2012
“Apenas eu, você e o nosso amor” sobem o quanto podemos ser iguais à todo mundo ou incansavelmente diferentes. Só nós temos o poder de escolher sobre nós, sobre o mundo... nosso mundo.
Só a nós pertence o controle do planeta, somos astronautas, “somos tudo que queremos ser”.
Deixamos de pertencer ao mundo dos nossos pais, dos nossos irmãos, àquele mundo cujas cores existem sim, indiscutivelmente, mas não são neon, não sabem brilhar tanto, ofuscar o resto. É branco puro com purpurina.
Não seremos mais parte das desgraças, das calúnias, das brigas entre raças ou credos... Somos, então, apenas apaziguadores sem nada falarmos, nossas almas de puro amor já clareiam qualquer situação escurecida, acalmam qualquer angustia.
Não sentiremos mais saudades dos nossos outros tempos, eles vão ser insignificantes comparados à tanto que aprenderemos e cresceremos juntos. Nada do que vivemos antes deixa de ser importante, mas nada conseguiu ser tão grande, tão especial quanto o nosso momento mais simples, mais falante, monótono.
“é que a pureza da flor sou eu, verdadeiro amor, sou eu”